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	<title>Arquivos Saiba Mais | ADCON MINAS</title>
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	<title>Arquivos Saiba Mais | ADCON MINAS</title>
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		<title>Conciliação de conflitos entre vizinhos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Jan 2017 11:25:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Desavenças entre vizinhos e moradores da mesma unidade são comuns, mas o gestor deve estar em alerta para as decisões tomadas, que podem gerar até ações judiciais ao condomínio.Há cerca de seis meses, ficou insustentável a situação entre dois vizinhos</p>
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<tbody>
<tr>
<td>Desavenças entre vizinhos e moradores da mesma unidade são comuns, mas o gestor deve estar em alerta para as decisões tomadas, que podem gerar até ações judiciais ao condomínio.Há cerca de seis meses, ficou insustentável a situação entre dois vizinhos do Condomínio Ilha do Sol, no bairro Bom Abrigo, em Florianópolis. Um casal de moradores, pais de uma criança de 3 anos, fez varias reclamações contra os condôminos da unidade do andar de cima. A outra família, também com crianças em casa, estaria fazendo barulho excessivo e perturbando o sossego. As queixas foram as mesmas velhas conhecidas de quem mora em apartamento: barulho de sapatos, móveis arrastando e portas batendo. Para que a situação fosse resolvida, como acontece na maioria das vezes, a síndica foi acionada. “Tinha muita reclamação. Eu falava com um e com o outro, mas nada resolvia. Então chamei os dois casais para conversar na administração do condomínio”, relata a gestora do residencial, Rosilda Weege.</p>
<p>Com uma postura conciliadora nas confusões entre vizinhos, a síndica teve sucesso nesse caso e também em outros, sempre promovendo conversas amigáveis. “Longe eles estavam receosos, não queriam ceder, mas frente a frente se entenderam. Os de cima perceberam que faziam barulho e o problema foi resolvido. Os pequenos se tornaram bons amigos e até jogam video game juntos”, diverte-se Rosilda.</p>
<h3>Intervenção do síndico: quando é considerada legal?</h3>
<p>Embora a atuação de Rosilda tenha sido bem-sucedida, o advogado Walter João Jorge Junior faz alertas para a intervenção dos síndicos em conflitos, tanto entre vizinhos quanto moradores da mesma unidade. “Em regra geral, o síndico não tem essa pré-autorização para intervir, seja para solucionar ou para apaziguar conflitos”, destaca Walter, que é especialista em gestão condominial. Ele, no entanto, esclarece: isso não se aplica a áreas comuns.</p>
<p>Segundo o advogado, por mais que as convenções afirmem que o síndico deve cumprir e fazer cumprir o regimento interno, nesses casos o gestor deve apenas fazer um acompanhamento do que está acontecendo entre os condôminos em desavença. Ele ressalta que, em situações de barulho, pode ser enviada uma advertência, porém apenas quando o desconforto é sentido em três ou mais unidades do condomínio.</p>
<p>Quando um morador incomoda vários apartamentos, a situação muda. Mas ainda assim é preciso ter cuidado. “O síndico não tem a gerência sobre conflitos particulares. A não ser que, em assembleia, seja deliberado que ele tenha de tomar medidas a respeito desse imóvel”, explica o advogado, ao afirmar que não é aconselhável que o gestor assuma essa postura intervencionista.</p>
<p>“É bastante temeroso que o síndico faça essa intervenção porque, no calor das animosidades, ele pode ser mal interpretado e trazer algum tipo de passivo para o condomínio com relação a dano moral por uma ou ambas as partes”, destaca.</p>
<p>Entre situações recorrentes e o que está previsto legalmente, o especialista indica que, quando há conflito entre moradores, o síndico pode enviar uma advertência com o intuito de resolver a questão em um primeiro momento.</p>
<h3>Multas e advertências</h3>
<p>Em relação à aplicação de multas por excesso de barulho, a síndica Rolsida é assertiva. “Prefiro a advertência verbal, pois acho que hoje o custo de vida está difícil, então só multo em último caso. Não dá para aplicar multa quando só um morador reclama, tem de ponderar isso”, comenta. Ela ainda ressalta que, a partir do momento em que uma pessoa decide morar em um condomínio, deve estar preparada para a vivência mais próxima com os vizinhos. “É um condomínio onde moram pessoas, então tem barulho. Tem-se de entender isso”.</p>
<h3>Quando a briga é entre moradores da mesma unidade</h3>
<p>Quando o conflito é entre moradores da mesma unidade, o síndico não pode intervir.<br />
EXCETO em questões emergenciais e de iminente perigo, visando a segurança da pessoa ou evitar grave ameaça. Nesse caso, o gestor deve acionar a Polícia Militar.<br />
PORQUE isso é uma questão prevista pela Constituição Federal: o lar é inviolável, salvo mandado judicial ou iminência de perigo.</p>
<h3>Advogado dá dicas para resolver conflitos</h3>
<p>Quando um morador pede auxílio do síndico para resolver um conflito, encaminhe uma carta a todas as partes dizendo que tomou conhecimento dos fatos e que se coloca à disposição para buscar uma conciliação.<br />
Caso os problemas persistam, é possível marcar um encontro no salão de festas, por exemplo, com os moradores que estão em conflito, para tentar um acordo.<br />
No encontro, pode-se buscar a ajuda de um profissional da área jurídica, ou de alguém que tenha habilitação ou experiência em conciliações.</p>
<p>Fonte: Condomínio SC</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Espírito natalino invade os condomínios</title>
		<link>https://adconminas.com.br/espirito-natalino-invade-os-condominios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Dec 2016 09:37:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Saiba Mais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mais um final de ano se aproxima e muitos condomínios preparam suas decorações para o Natal e realizam programações especiais para celebrar a data. Nessa época, os enfeites começam a aparecer e nos condomínios o momento pode se tornar ainda</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Mais um final de ano se aproxima e muitos condomínios preparam suas decorações para o Natal e realizam programações especiais para celebrar a data. Nessa época, os enfeites começam a aparecer e nos condomínios o momento pode se tornar ainda mais prazeroso, se além da organização dos gestores houver o envolvimento de todos.</p>
<p>Síndica procura manter o capricho na decoração e relata que a data mexe bastante com os moradores, que não só apreciam os enfeites, em especial as crianças, como também pedem que não se deixe de fazer. “Nossa decoração, principalmente a árvore, chama muito a atenção e é elogiada tanto por moradores e visitantes, como pelos que passam em frente ao prédio. Muitos inclusive a consideram a mais bonita da rua”, comenta a síndica.</p>
<p>Ela atribui parte dos méritos ao síndico anterior, que teve a iniciativa e o bom gosto na aquisição e montagem dos acessórios natalinos. “Este ano a decoração terá as tradicionais cores verde e vermelho, mas no ano passado utilizamos o lilás e a prata”, relembra.</p>
<p>Os funcionários do condomínio também são valorizados na data. “Aos colaboradores é oferecido um presente ou uma cesta natalina em nome do condomínio. Além disso, a maioria dos moradores também gosta de dar seu presente pessoal como forma de agradecimento”, relata.</p>
<p>A época é tão valorizada que também é realizada uma confraternização de final de ano entre os moradores e colaboradores. “Esta é a forma que temos de dar as boas vindas e conhecer os moradores novos. Em 2015, por exemplo, sete famílias vieram morar no condomínio e, para muitos, esta foi a oportunidade de acolher os novos vizinhos”, destaca Mara.</p>
<h3>Reaproveitamento de materiais</h3>
<p>Síndica profissional de condomínios de Florianópolis, Janaína Franzon também valoriza e dá prioridade especial aos enfeites natalinos. Na opinião da síndica o Natal é, sobretudo, uma festa das famílias, e como o condomínio é um local de convivência familiar merece toda a atenção na data.</p>
<p>“Tradicionalmente temos as árvores no hall de entrada, guirlandas nas portas, e iluminação nas fachadas. As decorações de Natal são muito diversas hoje e é possível reaproveitá-las nos próximos anos. Por isso procuramos ver o que o condomínio já possui, o quanto está disposto a gastar e então vamos melhorando a decoração ano a ano e substituindo alguns itens já em desuso para modernizar”, relata a gestora.</p>
<p>Segundo Janaína, dependendo da disponibilidade financeira, os condomínios podem ser mais arrojados e investir em uma decoração mais sofisticada, que fica como um patrimônio. “Muito utilizadas hoje, as luzes de natal, por exemplo, são de diversos tipos e preços, e com a tecnologia LED são mais econômicas e seguras e estão sendo substituídas”, indica.</p>
<h3>Luzes</h3>
<p>Especialista em iluminação, Sérgio Rolim explica que, hoje quase todas as fontes de luz artificial são de LED, principalmente quando se trata de luz colorida. Segundo ele, o LED está entre as fontes de luz mais eficientes e duráveis e com ele se torna muito fácil o controle de efeitos e mudanças de cores, tão usados na iluminação natalina. “As lâmpadas gastam menos energia. Cerca de um décimo da energia das antigas lâmpadas incandescentes e as cores são muito mais saturadas e definidas, podendo obter-se uma imensa variedade de efeitos luminosos, o que antes não era possível”, orienta.</p>
<p>Apesar de decorativas, o profissional lembra que também é importante ter cuidados com as instalações elétricas das lâmpadas de natal. “O principal cuidado que recomendo é a contratação de um eletricista profissional para fazer as instalações. Falo não só pelos envolvidos durante a montagem, mas por todos que podem vir a ter acesso, principalmente crianças, pois é muito comum acidentes em instalações elétricas”, explica.</p>
<p>Fonte: Condomínio SC</p>
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		<title>Piscinas sem tratamento ameaçam saúde de usuários</title>
		<link>https://adconminas.com.br/piscinas-sem-tratamento-ameacam-saude-de-usuarios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Dec 2016 16:00:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Foi-se o tempo em que as piscinas eram uma raridade e eram poucas as pessoas que tinham acesso a elas. Hoje, elas proliferam nos condomínios, mas não são tratadas como deveriam por falta de pessoal qualificado e de informações por</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Foi-se o tempo em que as piscinas eram uma raridade e eram poucas as pessoas que tinham acesso a elas. Hoje, elas proliferam nos condomínios, mas não são tratadas como deveriam por falta de pessoal qualificado e de informações por parte de funcionários responsáveis pela sua manutenção, que deve ser ostensiva no verão, quando há o aumento de frequentadores. Riscos podem ser facilmente evitados, sem criar problemas e gastos</p>
<p>Nenhum outro país tropical possui uma costa marítima como o Brasil, abrangendo quase todos os estados. Ir à praia certamente é o programa mais barato e popular do País. Contrariando esta tradição, nunca foram construídas tantas piscinas em condomínios e em clubes, possibilitando uma nova opção de lazer àqueles que desejam diversão em um ambiente mais selecionado e seguro. Infelizmente, essa proliferação de piscinas não tem acompanhado na mesma proporção o uso de aparelhos e produtos menos nocivos à saúde que garanta segurança e conforto aos usuários, que pagam caro para ter acesso a elas.</p>
<p>Piscina mal cuidada, de acordo com médicos especializados, é sinônimo de doença. A água parada, que muitas vezes funciona como fonte de diversão para muitos, se não estiver devidamente tratada, pode gerar infecção nos olhos, na garganta e no ouvido, otite e renite. Além dessas, outras doenças perigosas podem acometer as pessoas, como hepatite, diarréia, cólera, micoses, dermatites e conjuntivite. Essa situação torna-se mais grave quando constata-se que o público que mais freqüenta as piscinas são crianças, que possuem um nível imunológico mais baixo que adultos.</p>
<p>Segundo dermatologistas, é comum as lâminas d’água das piscinas apresentarem uma coloração esverdeada, sinal indiscutível de que os responsáveis por elas não estão seguindo as orientações indicadas pelos distribuidores dos diversos produtos utilizados no tratamento da água das piscinas.</p>
<p>Controle do pH</p>
<p>O passo inicial que deve ser dado para quem possui uma piscina – principalmente os condomínios, pois o número de usuários é bem maior e diversificado, principalmente no verão – é o controle do pH da água, que deve estar sempre entre 7,4 e 7,6. Se o líquido estiver com coloração turva ou esverdeada é sinal de que o pH está descompensado. Nestes casos, imediatamente deve ser usado um redutor, que é uma substancia que ajusta o nível do pH. Caso esteja acima de 7,6, geralmente é utilizado um ácido. Se o pH estiver abaixo de 7,4, deve-se utilizar outra substancia – a barrilha para compensar o desequilíbrio.</p>
<p>Técnicos da vigilância Sanitária – órgão responsável pelo controle imunológico de piscinas publicas e privadas – aconselham que a cloração da piscina seja feita três vezes por semana no verão, numa proporção de 4 a 6 gramas de cloro sólido para mil metros cúbicos de água.</p>
<p>Uma vez por semana deve usado o clarificante, substancia auxiliar da filtração da água que tem o efeito de decantar minúsculas partículas invisíveis ao olho humano, auxiliando também na vida útil da areia do filtro da piscina, permitindo que a água ganhe uma aparência transparente e cristalina. O sulfato de cobre, mais conhecido como pó azul, não deve ser usado, pois já foi comprovado que provoca vários danos à saúde, inclusive o câncer.</p>
<p>Como tratamento de prevenção e manutenção, deve-se usar o algicida, cujo componente básico é uma formulação líquida que previne a água contra as algas, que são trazidas pelo vento e pela chuva, causando nas piscinas um efeito limoso. Mas para que este tratamento seja efetuado é indispensável o uso de filtros e bombas compatíveis com o seu volume, para que sejam retiradas diariamente as impurezas que ficam depositadas no seu fundo.</p>
<p>Ideal X Real</p>
<p>É claro – infelizmente – que poucas são as piscinas que possuem tal tratamento básico recomendado pelos órgãos de saúde pública. Uma das infrações mais comuns é o uso do cloro líquido, pois este possui um pequeno poder imunizador, de apenas 12%, e é volátil, tornando a piscina mais suscetível à contaminação; já o cloro sólido tem poder ativo imunizador de 65% e mais duradouro. Muitos fazem esta substituição alegando que estão economizando, já que o cloro sólido é muito mais caro que o líquido. As conseqüências são inevitáveis: manchas nas roupas de banho, cabelos endurecidos e ressecamento da pele.</p>
<p>Pesquisas realizadas nos Estados Unidos relatam que um banhista adulto pode ingerir cerca de 1.000 a 4.000 bactérias quando está tomando banho numa piscina. Daí a necessidade de um tratamento adequado e eficiente da água, principalmente as de grande concentração pública. Quando se trata de crianças, este número pode duplicar.</p>
<p>Profissionais especializados</p>
<p>Atualmente, existem pessoas especializadas que trabalham diretamente no tratamento da água das piscinas. Há os piscinólogos, que estudam a ciência de tratar a água parada, e são preparados através de cursos oferecidos pelos próprios distribuidores de produtos para este fim, e até mesmo com engenheiros sanitaristas, que podem ensinar os fundamentos da atividade. Há também os piscineiros, que executam os serviços de limpeza das piscinas visando casas e clubes durante a semana. O piscinólogo trabalha juntamente com o piscineiro e alguns têm até escritório montado para este tipo de atendimento. Vale a pena fazer uma consulta. A saúde acima de qualquer suspeita.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Jornal do Síndico</p>
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		<title>CPF será obrigatório no boleto de condomínio</title>
		<link>https://adconminas.com.br/cpf-sera-obrigatorio-no-boleto-de-condominio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Nov 2016 09:59:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Saiba Mais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Febraban informa que norma vai entrar em vigor em março A partir de janeiro  de 2017, as administradoras de imóveis serão obrigados a emitir boletos de cobrança com o CPF ou o CNPJ do condômino. A ADCON MINAS já está</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="p1"><em><span class="s1"><b>Febraban informa que norma vai entrar em vigor em março</b></span></em></p>
<p class="p2"><span class="s1">A partir de janeiro  de 2017, as administradoras de imóveis serão obrigados a emitir boletos de cobrança com o CPF ou o CNPJ do condômino. A ADCON MINAS já está encaminhado o comunicado para que os moradores façam a atualização dos seus dados pessoais.</span></p>
<p class="p2"><span class="s1">A disponibilização destas informações vai possibilitar à administradora o cumprimento da norma para emissão da cobrança registrada.</span></p>
<p class="p2"><span class="s1">Caso o condômino não forneça os dados, não será possível efetuar a cobrança.</span></p>
<p class="p2"><span class="s1">Atualmente 80% dos boletos emitidos pelos condomínios não têm registro bancário.</span></p>
<p class="p2"><span class="s1">Não deixe de enviar suas informações para a administradora e garanta a agilidade e a segurança no pagamento das suas taxas.</span></p>
<h3></h3>
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		<title>Morando em condomínio: Vida cercada oferece mais conforto e segurança</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Nov 2016 12:17:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Saiba Mais]]></category>
		<category><![CDATA[Saiba Mais MG]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Atualmente, diante de tantas notícias de assaltos, sequestros, roubos e crimes de forma geral, a preocupação com a segurança da casa se tornou unanimidade na hora de pesquisar um lugar para morar. Não basta apenas estar bem localizado ou ter</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="m-paragraph">Atualmente, diante de tantas notícias de assaltos, sequestros, roubos e crimes de forma geral, a preocupação com a segurança da casa se tornou unanimidade na hora de pesquisar um lugar para morar. Não basta apenas estar bem localizado ou ter estabelecimentos por perto: é preciso ter segurança como plano primordial.</p>
<p class="m-paragraph">Por isso, ano após ano cresce o número de pessoas, principalmente de famílias, que procuram um bom condomínio para morar. Esta preferência está relacionada principalmente ao medo de ladrões e assaltos.</p>
<p class="m-paragraph">Elas levam em conta critérios como a paisagem, vista da janela ou do quintal, comércio próximo e a facilidade de acesso, além da possibilidade das crianças poderem brincar na rua com maior liberdade, pois o risco de atropelamento é menor.</p>
<p class="m-paragraph">Em sua maioria eles são mais silenciosos dando um conforto inigualável para os moradores, bem diferente de quem mora em casas de rua ou vilas, por exemplo, que ficam mais expostos a barulhos de movimento de trânsito e, muitas vezes com pouca segurança, ficando bem mais expostos a assaltos, invasões e vandalismo.</p>
<p class="m-paragraph">Porém, hoje muitos condomínios, visando um maior conforto e segurança, além de seus muros altos estão preferindo contratar empresas terceirizadas para prestação de serviços como portaria, limpeza e segurança.</p>
<blockquote>
<p class="m-paragraph">“Além de ser mais eficiente, acaba gerando uma maior economia”, informa a síndica Pilar Moreno, que administra o Condomínio Martha Regina há quatro anos.</p>
</blockquote>
<p class="m-paragraph">Esses profissionais terceirizados passam por um rigoroso treinamento preparatório, com testes situacionais e são instruídos a ter boa convivência com os moradores. Quando há uma boa comunicação entre moradores e funcionários, as chances de maior segurança e serviços bem executados são maiores. Mesmo assim, os condôminos devem evitar intimidades com esses profissionais, como por exemplo, não deixá-los adentrar em suas casas, não ostentar posses, entre outras atitudes.</p>
<p class="m-paragraph">Além da contratação de equipe treinada e especializada, outra preocupação dos condomínios são os equipamentos de segurança que são peças fundamentais para o bem estar de todos os condôminos. A guarita dos prédios deve ser fechada, blindada, mantida trancada e com ar-condicionado, película escurecida, passa documentos, banheiro e água, para que o porteiro não precise sair do local e com um controle de abertura de porta com monitoramento por imagem.</p>
<p class="m-paragraph">Em muitos condomínios os compartilhamentos dos custos possibilitam usar sistemas mais sofisticados e com o número menor de condôminos andando pelas ruas, facilitando a vigilância assim como a percepção de pessoas estranhas no condomínio.</p>
<p class="m-paragraph">Fonte: Sindico Net</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Punição ao devedor</title>
		<link>https://adconminas.com.br/punicao-ao-devedor/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Nov 2016 19:18:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Saiba Mais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Condomínio não pode utilizar medidas não pecuniárias para punir condômino devedor O condomínio não pode ignorar os meios expressamente previstos em lei para cobrança de dívida condominial. A jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça (STJ) considera que o Código Civil</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3>Condomínio não pode utilizar medidas não pecuniárias para punir condômino devedor</h3>
<p class="m-paragraph">O condomínio não pode ignorar os meios expressamente previstos em lei para cobrança de dívida condominial. A jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça (STJ) considera que o Código Civil (CC) é taxativo quando estabelece sanções pecuniárias para o caso de inadimplemento de despesas condominiais.</p>
<p class="m-paragraph">De acordo com o ministro Marco Aurélio Bellizze, o Código de Processo Civil (CPC) de 1973 já estabelecia o rito mais célere, o sumário, para a respectiva ação de cobrança, justamente levando em consideração a necessidade de urgência para satisfação do crédito relativo às despesas condominiais.</p>
<p class="m-paragraph">Na sistemática do novo código, explicou o ministro, as cotas condominiais passaram a ter natureza de título extrajudicial (artigo 784, inciso VIII), de forma a viabilizar o manejo de ação executiva, tornando a satisfação do débito ainda mais rápida.</p>
<p class="m-paragraph">E uma das garantias para a satisfação do débito é a constrição judicial da própria unidade condominial, “não sendo dado ao condômino devedor deduzir, como matéria de defesa, a impenhorabilidade do bem como sendo de família”, observou Bellizze. Isso é previsto na Lei 8.009/90 e pacificado no âmbito do STJ.</p>
<h3>Instrumentos</h3>
<p class="m-paragraph">Outra hipótese prevista no CC é a possibilidade de o condomínio, por meio da aprovação de três quartos dos moradores, impor outras penalidades pecuniárias, como multas, de forma proporcional à gravidade e à repetição da conduta.</p>
<p class="m-paragraph">Para Bellizze, “diante de todos esses instrumentos (de coercibilidade, de garantia e de cobrança) postos pelo ordenamento jurídico, inexiste razão legítima para que o condomínio dele se aparte”.</p>
<p class="m-paragraph">Mesmo assim, não é incomum chegarem ao Poder Judiciário, e especificamente ao STJ, queixas de condôminos que foram penalizados de forma diversa, com sanções que constrangem e até mesmo atingem sua honra e a imagem.</p>
<h3>Área comum</h3>
<p class="m-paragraph">A proibição de acesso e de utilização de qualquer área comum pelo condômino e seus familiares – seja de uso essencial, social ou de lazer, com o único e ilegítimo propósito de expor ostensivamente a condição de devedores perante o meio social em que residem – foge dos ditames do princípio da dignidade humana.</p>
<p class="m-paragraph">Esse posicionamento foi adotado pela Terceira Turma, em agosto deste ano, ao julgar recurso especial de condomínio residencial que teria impedido moradora e familiares de frequentar o clube do condomínio, com base em previsão regimental (REsp 1.564.030).</p>
<p class="m-paragraph">Para os ministros, o direito do condômino ao uso das partes comuns não decorre da situação de adimplência das cotas condominiais, mas, sim, do fato de que, por lei, a unidade imobiliária abrange a correspondente fração ideal de todas as partes comuns.</p>
<blockquote>
<p class="m-paragraph">Por essa razão, “a sanção que obsta o condômino em mora de ter acesso a uma área comum (seja qual for a sua destinação), por si só, desnatura o próprio instituto do condomínio, limitando, indevidamente, o correlato direito de propriedade”, defendeu o relator, ministro Marco Aurélio Bellizze.</p>
</blockquote>
<p class="m-paragraph">A turma, em decisão unânime, negou provimento ao recurso do condomínio, em conformidade com as instâncias ordinárias.</p>
<h3>Serviços essenciais</h3>
<p class="m-paragraph">A falta de pagamento de taxas condominiais não autoriza a suspensão, por determinação da assembleia geral de condôminos, do uso de serviços essenciais. Para a Terceira Turma, a substituição de meios expressamente previstos em lei pela restrição ao condômino inadimplente quanto à utilização dos elevadores afronta o direito de propriedade e sua função social, além da dignidade da pessoa humana (REsp 1.401.815).</p>
<p class="m-paragraph">No recurso especial julgado pela turma, a proprietária de um apartamento do Edifício Chopin, localizado em Vitória (ES), foi surpreendida com a desprogramação dos elevadores que davam acesso ao andar de sua residência após deixar de pagar duas taxas condominiais, que à época do ajuizamento da ação custavam quase R$ 3 mil.</p>
<p class="m-paragraph">Na ação de indenização por danos morais, ela afirmou que, ao passar por dificuldades financeiras, foi submetida a situação vexatória, que lhe causou abalos morais. O juízo de primeiro grau considerou que a medida não foi ilícita, já que aprovada em assembleia, com expressa concordância da autora. A sentença foi mantida pelo Tribunal de Justiça do Espírito Santo.</p>
<h3>Autonomia limitada</h3>
<p class="m-paragraph">No STJ, a proprietária sustentou que o sistema legal prevê sanções específicas para o inadimplemento das cotas condominiais, quais sejam, juros e multa.</p>
<blockquote>
<p class="m-paragraph">“Não sendo o elevador um mero conforto, em se tratando de edifício de diversos pavimentos, com apenas um apartamento por andar, localizando-se o apartamento da recorrente no oitavo pavimento, o equipamento passa a ter status de essencial à própria utilização da propriedade exclusiva”, esclareceu a ministra Nancy Andrighi, relatora.</p>
</blockquote>
<p class="m-paragraph">Segundo ela, embora a convenção de condomínio, o regimento interno e as demais normas instituídas pela assembleia geral sejam manifestação da autonomia da vontade e tenham força de lei nas dependências do condomínio, assim como nas demais relações jurídicas de direito civil, essa autonomia privada não é irrestrita, “sendo limitada por outras normas públicas cogentes”, defendeu.</p>
<h3>Execução forçada</h3>
<p class="m-paragraph">Dessa forma, disse Andrighi, a autonomia privada no estabelecimento das sanções deve ser exercida “nos limites do direito fundamental à moradia, do direito de propriedade e sua função social e outros, todos enfeixados no princípio-mor da dignidade da pessoa humana”.</p>
<p class="m-paragraph">Para solução do inadimplemento, a ministra considerou a execução forçada, sendo facultado ao credor ingressar na esfera patrimonial do devedor para obter a quantia em atraso e as penalidades previstas em lei.</p>
<p class="m-paragraph">Andrighi mencionou ainda a possibilidade de a execução da dívida recair sobre a unidade condominial que gerou a obrigação: “É firme o entendimento do STJ no sentido de que o imóvel, conquanto se trate de bem de família, sujeita-se à penhora em execução de dívida decorrente do inadimplemento de cotas condominiais.”</p>
<h3>Multas e juros</h3>
<p class="m-paragraph">O artigo 1.336, parágrafo 1º, do CC prevê que o condômino em dívida com despesas condominiais fica sujeito aos juros moratórios convencionados ou, caso não previstos, aos de 1% ao mês e multa de até 2% sobre o débito.</p>
<p class="m-paragraph">Já o condômino que deixa de pagar reiteradamente o valor correspondente à manutenção do condomínio – considerado condômino nocivo ou condômino antissocial – poderá ser obrigado a pagar multa de até o décuplo do valor da contribuição mensal para as despesas condominiais, conforme a gravidade e a reiteração, desde que haja aprovação de três quartos dos condôminos em assembleia.</p>
<p class="m-paragraph">Contudo, a aplicação da sanção prevista no artigo 1.337, caput e parágrafo único, do CC, conforme ressalta o ministro Luis Felipe Salomão, exige que o condômino “seja devedor reiterado e contumaz, não bastando o simples inadimplemento involuntário de alguns débitos”.</p>
<p class="m-paragraph">Salomão explica que “a intenção legislativa foi a de coibir eventuais abusos e excessos eventualmente praticados por alguns condomínios, cujo permissivo legal somente deverá ser utilizado quando a conduta do comunheiro revelar efetiva gravidade”.</p>
<h3>Devedor contumaz</h3>
<p class="m-paragraph">Em outubro de 2015, a Quarta Turma debateu a possibilidade da aplicação de multa acima do patamar de 2% para o devedor contumaz de despesas condominiais, tendo por fundamento a regra inserida no artigo 1.337 do CC.</p>
<p class="m-paragraph">O condomínio do Edifício Brasília Trade Center ajuizou ação contra o Grupo Ok Construções e Empreendimentos objetivando a cobrança de taxas condominiais ordinárias e extraordinárias (REsp 1.247.020).</p>
<p class="m-paragraph">O juízo de primeiro grau condenou o devedor ao pagamento das despesas não pagas, com acréscimo de juros de mora, correção monetária e multa moratória de 2%. Contudo, afastou a aplicação da multa de 10% fixada em assembleia geral. Em grau de apelação, a sentença foi reformada para possibilitar a cobrança da multa.</p>
<blockquote>
<p class="m-paragraph">“A utilização do termo ‘reiteradamente’ pelo caput do artigo 1.337 exprime conduta repetida, renovada e repisada pelo condômino”, observou o relator, ministro Salomão. Além disso, em seu entendimento, “o estatuto civil exige um agravamento da conduta capaz de colocar em risco a convivência com os demais condôminos, colocando em perigo, inclusive, a sua própria solvência financeira”.</p>
</blockquote>
<h3>Via judicial</h3>
<p class="m-paragraph">Quanto ao caso específico, ele observou no acórdão do tribunal de origem que, desde 2002, todos os pagamentos efetuados pelo Grupo Ok foram feitos por via judicial, com atrasos que chegavam a mais de dois anos.</p>
<p class="m-paragraph">Para ele, os deveres da boa-fé objetiva foram violados, “principalmente na vertente da cooperação e lealdade, devendo o julgador rechaçar veementemente atitudes graves que colocam em risco a continuidade da propriedade condominial”.</p>
<p class="m-paragraph">Diante das constatações, Salomão concluiu que a conduta do devedor se amoldava ao preceito legal do caput do artigo 1.337 do CC, “pois se trata de evidente devedor contumaz de débitos condominiais, apto a ensejar a aplicação da penalidade pecuniária ali prevista”.</p>
<p class="m-paragraph">A Quarta Turma, por maioria de votos, negou provimento ao recurso especial do Grupo Ok Construções e Empreendimentos.</p>
<p class="m-articleA__body__source">Fonte: http://www.direitonet.com.br/</p>
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		<title>A importância comparar juros do imóvel</title>
		<link>https://adconminas.com.br/a-importancia-comparar-juros-do-imovel/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Oct 2016 14:46:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Saiba Mais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você sabia que pesquisar as taxas de juros praticadas pelos bancos no caso do financiamento habitacional pode render uma boa economia na hora de fechar o negócio? Os juros cobrados variam de uma instituição para outra. Por isso, mais do</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="content">
<div class="postentry">
<p>Você sabia que pesquisar as taxas de juros praticadas pelos bancos no caso do financiamento habitacional pode render uma boa economia na hora de fechar o negócio?</p>
<p>Os juros cobrados variam de uma instituição para outra. Por isso, mais do que em qualquer outra operação de empréstimo, ao contratar um crédito Imobiliário, é essencial comparar os custos.</p>
<p>Na maioria dos casos, é levado em conta o relacionamento que o cliente tem com o banco.</p>
<p>No programa habitacional Minha Casa, Minha Vida, por exemplo, os juros variam de 5,5% a 8,16% ao ano mais TR (Taxa Referencial). Quem tem conta vinculada ao FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) com pelo menos três anos consecutivos ou não,  também terá desconto nos juros.</p>
<p>Vale lembrar que a modalidade só beneficia famílias com renda de até R$ 6.500. Já os contratos assinados pelo SFH (Sistema Financeiro de Habitação) tem juros limitados a 12% ao ano mais TR.</p>
</div>
</div>
<div id="footer"></div>
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		<title>Férias do síndico: Saiba quais providências tomar para viajar tranquilo</title>
		<link>https://adconminas.com.br/ferias-do-sindico-saiba-quais-providencias-tomar-para-viajar-tranquilo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Oct 2016 15:50:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Saiba Mais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Final de ano, férias, feriado prolongado… quem não quer viajar? Pois saiba que mesmo sendo síndico, aquela esticadinha para a praia também está permitida. Antes de fazer as malas, porém, é importante que algumas medidas sejam tomadas, para que o</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Final de ano, férias, feriado prolongado… quem não quer viajar? Pois saiba que mesmo sendo síndico, aquela esticadinha para a praia também está permitida.</p>
<p>Antes de fazer as malas, porém, é importante que algumas medidas sejam tomadas, para que o condomínio funcione na sua normalidade na ausência do seu representante maior.</p>
<p>A primeira precaução a ser tomada é checar se a convenção estipula regras para tal situação e definir quem ficará responsável pelo condomínio durante a ausência do síndico. Caso a convenção seja omissa, se houver um subsíndico, será ele o responsável. Se não, alguém do conselho pode ficar com a responsabilidade para si. Caso não haja nenhum representante do conselho, o zelador pode ser instruído sobre como proceder nesse período.</p>
<p>Por causa disso, a época de final de ano não é a mais adequada para as férias do zelador. O síndico deve deixar por escrito as notas fiscais a serem pagas ou aprovadas durante o período de sua ausência, assim como contatos que possam ser necessários, como os de manutenção do portão, da bomba de água e do elevador.</p>
<p>Vale lembrar que, mesmo ausente, o síndico continua sendo o representante legal do condomínio. Portanto, erros como falta de arrecadação de obrigações trabalhistas, ou outros, continuam sendo de sua responsabilidade.</p>
<p>Se o condomínio tiver administradora, é importante que esta seja informada e instruída a oferecer suporte necessário ao substituto do síndico.</p>
<p>Também é útil que o síndico dê dicas para os moradores que irão viajar.</p>
<p><strong> Emergências</strong></p>
<p>Em casos de emergência durante o período de ausência, o zelador e um morador do condomínio podem tomar a frente da situação. Por exemplo, se um cano estourar, e alagar parte da garagem, os dois entram em contato com uma empresa especializada para rapidamente reparar o dano.</p>
<p>Também é recomendado, se necessário, utilizar-se dos serviços da seguradora do condomínio – a maioria, hoje em dia, oferece assistência técnica para vários casos emergenciais, como canos estourados, por exemplo.</p>
<p>Telefones úteis para deixar com o encarregado:</p>
<ul>
<li>190 – Polícia;</li>
<li>192 – SAMU (Ambulância – casos clínicos);</li>
<li>193 – BOMBEIROS (incêndios, vazamento de gás, resgate em caso de traumas e passageiros presos em elevador);</li>
<li>Assistência 24hrs da Seguradora;</li>
<li>Administradora do condomínio;</li>
<li>Devem estar nesta lista também os números de emergência da empresa de manutenção de elevadores, da seguradora do condomínio, empresas de manutenção das bombas e portões.</li>
</ul>
<p><strong> Remuneração</strong></p>
<p>Apesar de remunerados, a figura do síndico não configura vínculo trabalhista ou outros benefícios. Portanto, a antecipação de décimo terceiro salário ou outras benesses previstas pela legislação trabalhistas não estão previstas, a exceção do recolhimento do INSS, como previsto na lei.</p>
<p>Já os síndicos profissionais dependem de seu contrato com o condomínio. Há aqueles que prevêem ausências, outros não, ou até décimo terceiro salário. Há ainda os que contam com substitutos para os condomínios durante o período de férias. Como é um prestador de serviços, o recolhimento do seu INSS deve seguir o mesmo critério dos outros contratados pelo empreendimento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: SindicoNet</p>
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		<title>Final de ano: Veja dicas para o seu condomínio se programar para as contas do período</title>
		<link>https://adconminas.com.br/final-de-ano-veja-dicas-para-o-seu-condominio-se-programar-para-as-contas-do-periodo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Oct 2016 12:32:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Saiba Mais]]></category>
		<category><![CDATA[Administração de Condomínio Imóveis]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O fim de ano se aproxima e, com ele, crescem as despesas e os conflitos entre moradores. Isso porque nos condomínios, o consumo de água e de energia aumenta, assim como a frequência das manutenções, a piscina e o playground</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O fim de ano se aproxima e, com ele, crescem as despesas e os conflitos entre moradores. Isso porque nos condomínios, o consumo de água e de energia aumenta, assim como a frequência das manutenções, a piscina e o playground do prédio precisam ser vistoriados e o síndico ainda não pode se esquecer da decoração de natal. Além disso, a maior procura pelas áreas compartilhadas é um prato cheio para desentendimentos – não apenas em relação aos gastos, mas também quanto à convivência.</p>
<p>O advogado especializado em direito imobiliário e administrador de condomínios, Arnon Velmovitsky, explica que a melhor forma de resolver isso é a prevenção: “A convenção é o que rege o condomínio, mas nesse período, vale o administrador fixar alguns lembretes como em relação ao uso dos salões e piscina e também conscientizar sobre o uso de água e luz”.</p>
<p>Uma boa ideia é convocar uma força-tarefa para inspecionar em todas as áreas do condomínio e verificar se há vazamentos, que aumentam consideravelmente o consumo de água. Outro passo é o síndico se organizar antecipadamente e fazer uma análise minuciosa do que se tem em caixa e das estimativas de gastos até dezembro. “Posso adiantar que o aumento de consumo de água chega a 32% e o de energia, dependendo do prédio, pode subir em até 50%”, explica o especialista.</p>
<p><strong>Quando a conta não fecha</strong></p>
<p>É importante também que o síndico desenvolva um trabalho de prevenção à inadimplência crônica do condomínio, chamando o morador para conversar, entender o problema e negociá-lo.</p>
<p>“Muitas vezes o morador quer pagar a dívida, então esse diálogo ajuda o síndico a verificar a melhor forma de lidar com a situação”, diz Velmovitsky.</p>
<p>Com mais gente, maior o uso e maiores as chances de necessitar de reparos nas áreas comuns. “Ele pode fazer o controle de horários ou rodízios para o uso. Alguns prédios costumam distribuir pulseirinhas de manhã entre os moradores que irão usar a piscina naquele dia. E, para economizar com os elevadores, pode-se desligar alguns durante os horários de menor fluxo”, recomenda.</p>
<p><strong>Nas casas, o consumo com ar condicionado tende a ser maior</strong></p>
<p>Os moradores tendem a sofrer no fim de ano com custos resultantes das férias, visitas de familiares e o calor do verão. O consumo de ar-condicionado cresce. Para reduzir os gastos, é bom também manter o aparelho limpo, para que gaste menos e instalá-lo no alto, para que demore menos tempo para esfriar o ambiente. Para economizar água, o morador pode instalar válvula dupla na privada, redutores de vazão nos chuveiros e reaproveitar a água usada no banho para lavar o chão.</p>
<p>Quem viaja e tem medo de que bandidos percebam as luzes apagadas pode instalar um timer ou lâmpadas com fotocélulas, que acendem quando escurece. Uma dica é retirar os eletrodomésticos da tomada, que gastam energia mesmo desligados ou em stand by.</p>
<p><strong>Dicas de economia – Condomínios</strong></p>
<ul>
<li>Instale lâmpadas de LED e sensores de presença;</li>
<li>Nas garagens, verifique quais lâmpadas são realmente úteis e quais podem ser desligadas;</li>
<li>Implante um rodízio para o uso da piscina em épocas de maior pico. Uma dica é distribuir pulseirinhas para os moradores que forem utilizar a área naquele dia;</li>
<li>Desligue a maioria dos elevadores do condomínio durante as horas de menor fluxo;</li>
<li>Faça uma inspeção com a equipe do prédio para detectar possíveis vazamentos;</li>
<li>Instale válvula dupla nas descargas dos banheiros das áreas comuns;</li>
<li>Verifique a possibilidade de implantar um sistema de reuso de água da chuva;</li>
<li>Os painéis fotovoltaicos, que armazenam energia solar, também são um bom investimento. O condomínio pode usá-los para manter as luzes acesas durante a noite;</li>
<li>Peça para o seu zelador fazer a manutenção do jardim com regador em vez da mangueira;</li>
<li>A mangueira também deve ser abolida para a limpeza de calçadas ou áreas comuns. Use vassoura;</li>
<li>O aluguel da cobertura para empresas instalarem antenas de TV pode ajudar a arrecadar dinheiro para o prédio.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: SindicoNet</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Brincadeiras de crianças ganham espaço nos condomínios</title>
		<link>https://adconminas.com.br/brincadeiras-de-criancas-ganham-espaco-nos-condominios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Oct 2016 17:27:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Saiba Mais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pique-pega, soltar pipa, carrinho de rolimã, queimada, jogar bete são brincadeiras que vêm perdendo cada vez mais espaço na rua, enquanto cresce a violência. Neste contexto, crianças e pais são desafiados a reinventar o brincar, explorando espaços, recuperando a coletividade</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Pique-pega, soltar pipa, carrinho de rolimã, queimada, jogar bete são brincadeiras que vêm perdendo cada vez mais espaço na rua, enquanto cresce a violência. Neste contexto, crianças e pais são desafiados a reinventar o brincar, explorando espaços, recuperando a coletividade e reencontrando a imaginação. Para as crianças que vivem no ambiente seguro dos condomínios, por exemplo, embora tenham uma experiência parcial, conseguem redescobrir o prazer de brincar. As considerações são do professor Marcos Teodorico, coordenador do Centro de Estudo sobre Ludicidade e Lazer da Universidade Federal do Ceará (CELULA-UFC). “Antigamente, a rua era uma extensão da vida, onde todo mundo conhecia todo mundo, aprendia, compartilhava, brigava, crescia. Mas este intenso ambiente formativo passou a ser perigoso, com espaços de convivência reduzidos, o que alterou as manifestações do brincar. Quando a cidade não é educadora, espaços privados, como o shopping center e o condomínio passam a cumprir esse papel”, disse Teodorico. Há quatro anos, um condomínio de casas no bairro Jardim Califórnia, na zona leste de Uberlândia, foi a opção que melhor atendeu à necessidade de Kátia Germana da Silva, atenta a liberdade que teriam os filhos Alana, de 10 anos, e Iago, de 8. “Quando nos mudamos de Rifaína (SP) para cá, moramos no Jardim Patrícia. Apesar de ser um ótimo bairro, durante um ano, as crianças brincavam quase só na garagem. Não tínhamos sossego em deixá-los na rua. Hoje, eles têm um grupo enorme de amigos, com quem brincam todos os dias depois da aula e das tarefas”, disse Kátia Silva. Para Alana, a vida no condomínio é mais feliz. “Temos liberdade, porque aqui é aberto, mas é fechado”, afirmou. A amiga Raíssa, de 11 anos, disse que o melhor do condomínio é a estrutura. “Tem piscina, quadras, parquinhos e inventamos várias brincadeiras”, afirmou Raíssa. A vizinha Rafaela, de 9 anos, disse que todas as meninas aprenderam a brincar de pular corda e elástico, jogar carimbada e bete. Tanto que Sara, de 8 anos, prefere brincar na rua do que de boneca em casa. “Quando morava fora daqui, nunca tinha nada para fazer, só brincava de boneca”, afirmou Sara. Para Iago, o condomínio trouxe novas aventuras. Há um mês, ele faz parte do grupo “Velocidade sobre rodas”, que reúne cerca de 15 crianças para brincadeiras de bicicleta, skate e patins. “A gente combina um ponto de encontro e vai todo mundo para lá”, afirmou Iago. O vizinho Mateus, de 10 anos, complementa. “Levamos coisas de comer e fazemos um piquenique antes de sair”, disse. O amigo Rui, de 11 anos, também participa do grupo . “Cada época a gente faz uma coisa, já brincamos de bete, de soltar pipa, agora estamos brincando sobre rodas”, disse. Importância O brincar media a relação da criança consigo mesmo, com o outro e com o meio em que vive, segundo o pesquisador e professor Marcos Teodorico. “O brincar é um instrumento de grande relevância na construção do indivíduo como ser humano – nos eixos afetivo, cognitivo, social e motriz. É uma necessidade no mundo de hoje, que pode nos ajudar a construir uma sociedade mais imaginativa, tolerante e justa”, disse Teodorico. Para Ana Paula Peris de Melo, a mobilidade foi o principal ganho dos filhos José Guilherme, de 11 anos, e Ana Vitória, de 3, depois que passaram a brincar nas ruas do condomínio onde moram há dois anos, no bairro Gávea, zona sul. “Meu mais velho é cadeirante e circula sozinho pelas ruas, brinca com as crianças e faz esportes”, disse Ana Paula. A vizinha Márcia Souza Lima observou o mesmo com os filhos João Lucas, de 10 anos, e Davi, de 3. “Ficaram muito independentes, chegam da escola e já vão brincar”, disse a mãe. “Conviver com pessoas diferentes, criar laços de amizade, desenvolver a sociabilidade, tudo isso tem sido importante para meus filhos. O mais novo, que sempre foi tímido, hoje está muito mais solto”, disse Kátia Germana da Silva, que mora em um condomínio no Jardim Califórnia. “Brincar é um exercício muito importante nessa idade, ensina a conviver, a dividir, a perder de vez em quando, além de tirar as crianças do videogame”, afirmou a vizinha Camila Silva. Família Não é apenas a violência das ruas que desafia as famílias a reinventarem o brincar. “A ludicidade depende menos de um espaço protegido do que das relações que as famílias constroem ali e fora dali. Não adianta ter espaço público qualificado se a família não convive com o espaço público. Não adianta ter 24h de tempo com os filhos, se os pais não estão disponíveis”, disse Marcos Teodorico. “Viemos para o condomínio há dois anos, justamente porque oferece espaço para as crianças brincarem. Mas, quando chegamos, elas ficavam sentadas no meio-fio. Não sabiam brincar”, disse Camila Silva, que se dispôs a ensinar os filhos Isabela, de 10 anos, Matheus, de 5, e as demais crianças do condomínio onde mora, no bairro Jardim Califórnia, os jogos e brincadeiras da sua infância, como bandeirinha estourada, queimada, soltar pipa, pular elástico e corda. Lisandra Ruas Alves Cunha se deparou com o mesmo desafio quando se mudou para um condomínio de casas no bairro Gávea, na zona sul de Uberlândia. “A rua de hoje não é a mesma de antigamente, mas o mundo também perdeu a imaginação, não basta estarmos protegidos. O brincar, construir, criar não são naturais como antes, temos que estimular as crianças o tempo todo, pois a tendência é irem para os eletrônicos”, disse a mãe de Felipe, de 11 anos, Lucas, de 7, e Aline, de 3. Fonte: SindicoNet</p>
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